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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Deus existe?

 A primeira música que me lembro que aprendi cantar foi: "Se o espirito de Deus se move em mim eu canto como rei Davi". "Se o espirito de Deus se move em mim eu danço como rei Davi". Infância inocente que tudo era acreditável. Infelizmente a gente cresce e ler, e leitura abre nossa mente e nos dar liberdade. O que leva um pastor de Igreja contratar meu serviço? Serviço de um prostituto? De Prestador de Serviço Sexual? Não sei essa resposta. Só sei que o sexo mexe com a cabeça de todos.- Ele viu meu perfil num site de acompanhante de luxo daqui de Salvador-Ba. Sou ético. Jamais falarei nome do "mensageiro de Deus". Não tenho religião. Frequento todas elas para eu ter menos dúvidas. Há um pouco mais de um ano fui à convite de uma amiga a essa Igreja, localizada num bairro periférico de Salvador, e esse pastor que ontem no final da tarde fez sexo comigo no motel, nessa mesma Igreja condenava o adúltero, homo-sexualidade, casamento de pessoas do mesmo sexo, enfim, usando a bíblia para passar a "palavra" de Deus". Respeito fantasia de quem me contrata. Como eu disse: Sou ético! Mas senti vontade de voltar a essa Igreja e pegar o microfone da mão desse filho de Deus e vomitar  para seus fiéis. Mas fiéis são fiel e certamente poderiam pensar que estou com capeta, não me surpreenderia se o pastor dissesse isso,rs. Bem, continuo na minha caminhada e como sempre idolatrando a dúvida.     

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Aracaju...

bonita cidade: orla organizada com lixeiras e lixo dentro delas. Diferente daqui de Salvador, muitos irmãos baianos não tem apreço com a nossa cidade. Lixo jogado na rua, depois reclamam que a chuva castiga a cidade e alaga casas.. a natureza não raciocina. Nós sim! "Por hora deixo o lado político e  educacional de lado".  Falando do atendimento: foi um casal super alto astral,ele cinquenta, ela trinta e seis. Queriam minha presença por dois dias, na sua  casa de praia em Barra Dos Coqueiros.

 Diversão, conhecimento e curtição com muito sexo de deferentes maneiras..ainda Chegaram dois casais para a orgia "grega".  Final de semana de prazer garantido,rs. E Para quem não assistiu O"Provocações" apresentado por Antônio Abujamra, da Tv Cultura, é só clicar no link  e assistir uma das ultimas entrevistas gravadas por ele antes da sua desencarnação.    

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Adoro provocações. Fico excitado quando provocado sou...

Devido essa grande perda desse grandíssimo DIRETOR, ATOR, APRESENTADOR e cabeça PENSANTE [Antônio Abujamra],o programa vai ao ar dia 19 de maio, às 23:30, TV Cultura. Agradeço ao diretor Gregório Bacic , a produtora Ana Carolina e toda sua equipe por ter me concedido essa oportunidade eu sentar ao lado desse maestro da arte Televisiva e Teatral e, ser provocado por ele. Como pensamento não morre, então Abujamra sempre estará vivo.      

quarta-feira, 11 de março de 2015

Very Crazy Night

video
A noite ontem parecia não ter fim, contratado para realizar fantasias na despedida de solteiro, da  amiga de uma antiga cliente minha, tive que chamar reforços, para dar conta de dezoito  mulheres  literalmente afim de gozar a vida, ou melhor dizendo: a noite. Despedida regada de bebidas e cocaína. Chamei dois colegas para me ajudar nessa tarefa nada fácil. Das dezoito mulheres, apenas quatro incluindo a noiva  não participaram da orgia realizada na suíte master do apartamento de luxo num bairro da Orla de Salvador. Mas antes de começarmos a desbravar das eloquentes danadinhas tivemos que fazer do ambiente um lugar de intimidade e descontração. Eu já  conhecido delas que acessaram meu blog. Meus colegas Bruno e Diogo são lindos rapazes, educados e não negam fogo, e assim como eu não usam drogas. [cocaína] Muita mulher bonita e interessante, bebendo, conversando e passando a mão nos nossos corpos. A maioria era casada ou tinha algum compromisso afetivo [noiva ou namorava ] mas isso não as impediram de esquecer de lembrar que aquela noite ninguém era de ninguém, todo mundo era de todo mundo e todo mundo era zen.  Mesmo porquê quem adivinhar que os maridos delas estavam fazendo juntamente com o noivo, ganha um doce. Certamente não estavam rezando o pai nosso na igreja. [risos] No apartamento todo mundo entrosados, conversando, rindo e falando palavras excitantes... No meio da "multidão" a  Sempre uma pessoa que se destaca, pois não é que tinha uma dessa na festinha?! Com um copo de Martini na mão foi justamente ela, a "baixinha" que começou a fazer perguntas que deu inicio a minha primeira palestra- Alan, conta qual foi a fantasia mais bizarra que você realizou? Contei de forma resumida. --Alan, você já saiu com travesti? Contei como foi que aconteceu. Pegando na calda do cometa, a colega dela também fez pergunta: Alan, qual sua fantasia sexual?  Respondi, e ela se surpreendeu com a resposta [riso] Daí em diante já não tinha mais freio, todo mundo fazendo perguntas... Subi na cadeira de madeira e dei inicio a uma palestra onde eu falava de relacionamento "CONTRAMÃO", relacionamento com pessoas mais velhas do tipo vinte anos. Eu vivi relacionamento desse. Depois falei das fantasias dos casais e da vontade que a mulher tem de compartilhar sua fantasia para com seu marido, mas muitas delas não tem coragem de falar.  Falei sobre a importância do sexo oral na mulher antes de iniciar a penetração- não que seja uma regra sempre penetrar o pênis no ato sexual. Disse também  que muitas gostam de uma linguadinha no ânus, e muitos maridos ignoram essa parte. Geralmente com a mulher de casa, pois com a amante eles fazem de tudo e mais um pouco. Foi uma palestra que durou um pouco mais de vinte  minutos, mesmo porque não fui contratado para ficar falando sobre sexo e sim fazer. Falei de uma passagem profana que vivi no Morro da Serrinha, Bairro de Madureira, Zona Norte do Rio de janeiro, onde nasci e fui criado. Falei sobre superação de vida. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Diariamente o que vejo é menos Humanos e mais oportunistas.

 Foi nesse morro [Serrinha,bairro de Madureira,RJ] e nas ruas que aprendi a construir meu caráter e personalidade.Tem "gente" que possui o dom em querer tirar vantagem em tudo.Acabei de chegar da rua,depois ter feito atendimento com um rapaz super legal, atendimento esse que durou duas horas. Cheguei na garagem do meu prédio, minha vizinha que é professora de natação, machucou o pê e estava sentada no chão com moletas. Passei e perguntei se estava tudo bem? Ela disse que ao sair para dar aulas, na correria bateu a porta com a chave dentro e que estava ligando para um chaveiro, mas o mesmo não estava por perto. Dai fui a um quarteirão do meu prédio e peguei o com a filha do chaveiro, o telefone dele e liguei para o mesmo que mora pertinho de mim. Ele cobrou 50 reais pelo serviço. Até ai tudo bem. Em dois minutos já estava na portaria. Sendo que no intervalo da minha ida ao chaveiro, a vizinha havia ligado para a seguradora do seu apartamento, e que não ia cobrar nada para abrir a porta. Daí o chaveiro que já se encontrava com a cara feia por ter visto 50 reais escapando da sua mão, queria cobrar 20 reais, por deslocamento. Sendo que eu já fiz copias de chaves com ele e  indiquei pessoas. Por ironia do destino, a filha dele que me passou o telefone do pai, me vendeu um ingresso para o Festival de Verão, para o dia de hoje. Sendo que esse ingresso era do pai dela [chaveiro] que pediu a filha para vender. Daí eu disse a ele: ok cara, te dou os 20 reais, e você me devolve os 50. Pois acabei de comprar o ingresso que você pediu sua filha para vender. Como não estou satisfeito com a atração de hoje, que é Claudia Insuportável Leitte, não irei. Como consumidor tenho direito de devolver o que não foi de meu agrado e receber o valor que paguei.Ou seja: Te dou 20 e você perde 30, o que acha? Ele ficou puto e saiu todo nervosinho. #"só tem artista".

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Feedback.

Diariamente recebo e-mails, pessoas querendo ler mais contos, histórias relacionadas aos meus clientes. Sei que estou devendo esse feedback. Estou na maior correria com meus projetos paralelos. Mas continuo na ativa. Essa semana atendi uma mulher. Fã minha. Ela assiste minhas entrevistas, ler meu blog e já leu meu livro. Conhece parte da minha história de vida. Confesso que fiquei sem jeito quando fui atende - la no seu apartamento aqui em São Paulo, no bairro dos Jardins. Fico muito feliz quando consigo tocar alguém com minhas produções, seja na arte do sexo ou até mesmo nas minhas composições. Durmo muito pouco escrevendo musicas para interpretes, produzindo outras coisas relacionadas à TV etc. Ainda tenho minha família, que no meio da correria, o ano passa e não me dou conta que tenho que ter tempo para estar mais próximo dela. O ano estar terminando e feliz estou. Pois foi ano de produção e realização pessoal.Confira uma das minhas composições feita depois de um atendimento com uma cliente. “A Noite Cai”

domingo, 23 de novembro de 2014

"Deixa a moita crescer meu rei! rs


 São Paulo: Artista, Mateus Lima. Fotos do realismo e naturalismo dos próprios amigos. Sem dar a mão ao esteriótipo midiático. Já atendi cliente menstruada. Usei camisinha  aromatizada de morango. Para muitos homens é nojento transar com sua parceira nesse período. Muitos deles  não sabem que é um dos momentos de mais tesão para elas, principalmente logo após seu ciclo menstrual- de 1 a 4 dias.  Fácil fazê-la gozar. Fica a dica. "Sabem de nada inocentes",rs.











  Passando pela Praça Roosevelt,São Paulo,encontro com diversidades de artistas, pessoas expressando suas artes da melhor maneira que sua criatividade possa nascer. Papo rápido com Mateus Lima. Confira o vídeo.
Já estive algumas vezes aqui em SP, para atender clientes e divulgar meus projetos. Ficava hospedado em hotel, mas o  custo não é nada barato.  Também  já estadiei  na casa de amigos. Hoje estou com mais tempo para trabalhar, com mais veemência. Obs: Não atendo no "meu" espaço. Aqui em SP, atendimento em motel, hotel e residência do cliente. Vim  passar temporada nessa cidade multicult. Estou atendendo meus clientes Paulistanos. Fiquei contente de rever alguns, e, outros nem tanto. Mas me pagam. E o trabalho tem que ser bem feito! Em Salvador tenho uma estrutura, onde me dar a condição de recusar clientes chatos,rs. Aqui é correria, todos dias se gast$,  alimentação na rua, etc... Em casa eu mesmo faço meu rango,hehehehe. Vamos à luta, por quê sem trabalho não à produção nem produtividade.

sábado, 18 de outubro de 2014

Todo intempérie na minha vida eu transformo em halteres


Domingo,19/10/2014:  Essa semana, de segunda à sábado, não tive tempo nem de pegar na guitarra e nem de ficar "sozinho". [preciso ficar sozinho, quieto. Sou Ariano]  Parece que mais uma vez, alguma  força contrária do bem estava tentando me derrubar [sou forte e não por acaso, mas não de ferro,rs] Pessoas vieram até a mim chorando pedindo para passar  uns  dias  aqui  em casa, porque  estavam sendo despejadas e o namorado e outros caíram fora. Ajudar quem merece até aí tudo bem. Isso me faz bem. Já fui muito ajudado. Morei  na rua por duas temporadas. Uma delas foi literalmente debaixo da ponte do Hotel Pestana, no Bairro do Rio Vermelho, Rua Fonte do Boi Salvador- BA. Eu dormia ao lado desse senhor, aí, que tinha e tem até hoje a perna toda ferida [inflamada] e fedia muito!  Esse senhor até hoje continua lá. Pela manhã ele fica perambulando na rua, como eu também fazia. Pela tarde tira uma soneca e a noite vai para debaixo da ponte que fica beira mar. Um barulho da porra que quase não dá para dormir, enfim...  
Eu sempre levo alimentos já cozidos e roupas para ele. Sei o que é fome e não ter onde dormir na tranqüilidade. Entre outras coisas ORRENDAS  que já passei, morar na rua me ajudou na construção da minha personalidade. Voltando ao assunto da semana. Foi foda! Não vou postar aqui no meu blog só coisas do tipo: "me dei bem comendo a mulher do cara, muito gostosa, hehehe e ganhei uma boa grana".  Escrevo aquilo que me toca e que acho de utilidade  pública. Seja sexo, acontecimento atípico ou que "saia do gênero"  do meu blog. Essa foi a semana de  estresse: Pessoas de mal caráter. Não aceito injustiça. Se eu não tivesse pensamento sempre positivo e focado no poder da mente, por mais que malho, me alimento relativamente bem, me cuido, etc. seria foda segurar a onda.  Muita  gente  em cima de mim para ser ajudada, mas não se ajuda. O bom é que  sempre tenho FÉ. --Não tenho religião, ainda,rs. Concentro-me sempre para o lado positivo.  Hoje desliguei meu celular fui para o Parque  Pituaçu. Uns dos lugares mais  lindos  de Salvador. Comprei dois livros na mão de uma senhora.  Livros estes que já havia lidos, dois anos atrás. Até emprestei para Marquinhos, meu amigo músico que até hoje não me devolveu,rs. Hoje precisei reforçar a mente  e relê-los. Me senti como criança na época  quando morava no morro da Serrinha, Madureira, Rio de Janeiro. Deite na grama fiquei todo jogado, relaxei  e concentrei  na leitura.  Para mim, livro além de ser conhecimento, poder é  também  LIBERDADE! Que venha a segunda -feira,  porque i've Got The Power-- Eu tenho o poder!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Sexo é criatividade, uma viagem pelo corpo onde o ponto de parada não é obrigatório. Uma fantasia onde o prazer dar espaço para sua mais aflorada imaginação e realidade! [Alan Souza]


Ontém um senhor casado há mais de 18 anos, me contratou para uma consulta, me senti o Dr. Do sexo, rs. Marcou encontrar comigo para pedir ajuda em seu relacionamento sexual com sua esposa, dizendo  que o sexo já não era como nos “velhos” tempos. Esse senhor veio até meu apartamento, e ao adentrar no meu espaço percebo que tinha certa semelhança com meu pai: traços finos, estatura mediana, corpo musculoso, aparentando cinqüenta e seis anos, meu pai têm setenta e três, mas com a aparência e vitalidade de cinqüentão. Depois de muito me falar sobre seu relacionamento, como era sua vida sexual e que nos primeiros anos  fazia amor no carro, na praia na cozinha, banheiro, banheira, enfim, inúmeros lugares. Ao concluir seu relato, faço lhe a primeira e única pergunta: e por que parou de transar nesses lugares? O senhor deu uma pausa e respondeu: temos dois filhos, e acho que o tempo de casado nos fez cair no conforto do nosso lar, nossa cama. Imediatamente lembro-me de duas coisas completamente distintas e que não tem nada a ver com sexo. Mas faço questão de fazer analogia desses fatos tão curiosos: eu na adolescência tinha o costume de comer manga verde com sal, e até hoje continuo com o mesmo prazer e costume. No alto de Ondina --para quem não é de Salvador, alto de Ondina, é uma comunidade localizada no bairro de Ondina, onde tem uma linda vista para o mar, fica na parte de cima do zoológico. Nessa comunidade a um senhor aposentado [policial] de sessenta e oito anos, e sua mulher de cinqüenta e quatro anos, todos os dias no horário de 19:h, os dois vão para dentro do fusca de cor amarelo, liga o som e fica escutando música da década de 70. Eram meus vizinhos, quando eu morava nessa comunidade. Certos costumes nos fazem bem, e não nos deixa cair na mesmice e nem no marasmo. Quando você cria diferentes fantasias nas mesmas coisas, sempre será cada vez mais prazeroso! Não deixa o tempo lhes tirar o prazer do qual ele mesmo o colocou, continue fantasiando sempre e colocando em realidade sempre que possível. Esse senhor me agradeceu pela idéia e saiu do meu “consultório”, com mais vida nos olhos.      

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Um Papo Com a "Mulher Dove"

Thays Couto, mais conhecida como Mulher Dove, estourada na internet, após um video seu ser compartilhado se masturbando com um frasco de desodorante. Nesse papo bem descontraido, ela conta como seu video foi parar nas redes sociais e como está lidando com a fama.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

"Petrolina, Juazeiro, Juazeiro, Petrolina” Luiz Gonzaga


“Tinha tudo para ser um atendimento extraordinário, se não fosse o conflito das emoções”. Uma cliente de Petrolina, fazendo pesquisa na internet viu minhas fotos e perfil num site de acompanhante de luxo. Durante duas semanas entrando em contato comigo via telefone, para nos conhecermos melhor, acertamos que o atendimento seria em Petrolina. Um dia antes da minha viagem, ela fala que seu marido também ia participar. Por mim tudo bem, disse eu. Vi um tempo na minha agenda e ela na dela, o dia de quarta- feira[18], era o dia para o tal encontro. Quando meu atendimento é fora de Salvador, a metade do meu cachê é depositado antes da minha viagem, a outra parte após o atendimento e as  despesas  aéreas, táxi para motel, hotel são por conta do contratante. Ao chegar a Petrolina fui direto para o Hotel Água Palace.- Bom hotel, Recomendo. Tomei banho, bebi suco de frutas sem açúcar, liguei a tevê para assistir reportagem regional e fiquei à espera do encontro que estava marcado para às 18:00h.  Já se passavam das 19:00h e nada deles chegarem. Resolvi ligar. Pediram para eu esperar mais um pouco. 20:32hs e nada do casal. 21:45hs liguei e o casal estava dentro do carro estacionado na rua ao lado do hotel. Desci e fui falar com eles. A mulher  contente ficou com a minha presença. O marido estava nervoso e mordia os lábios. Convido-os para subir até o quarto. Seria melhor irmos para motel fora da cidade, disse ele. Peço para esperar um pouco enquanto volto para o quarto para pegar preservativos, creme de massagem e trocar de camisa por uma de cor escura. Rapidamente organizo as coisas, desço e entro no carro.  A mulher sempre falante e sorridente. Entre Juazeiro e  Petrolina, a uma avenida com vários motéis, um melhor que o outro. Fomos para um bem interessante. O carro com os vidros escurecidos não dava para a recepcionista notar minha presença no banco de trás, o  marido por sua vez não facilitou; abaixou o vidro até onde dava para passar sua mão e pegou as chaves da suíte e rumo ao fight.  Já dentro da suíte vou ao banheiro, saio de toalha enrolada na cintura e sento na cama ao lado do marido. Poucos minutos de conversa ele pede para eu esperar do lado de fora da suíte, na piscina. Às vezes rola da pessoa querer vivenciar certa situação por fantasiar muito com sua companheira [o],  mas ao mesmo tempo sente preconceito e culpa com a própria fantasia, daí rola esse conflito. Eu com experiência em emprestar serviço sexual e ajudar pessoas a entender melhor suas fantasias e desejos, permaneci na paciência, esperando o momento certo de agir.
 Quarenta minutos depois sou chamado por ele. Levanto-me da cadeira de plástico e vou para o quarto. A mulher deitada na cama vestia um pijama de cor azul, não usava batom e nem brinco. Ele de short branco, sem camisa e ainda nervoso, porém excitado! Quando me aproximo da mulher percebo que o marido fica ainda mais nervoso e não excitado. Num clima tenso ofereço massagem, ela aceita e o marido se afasta da cama e vai para perto do frigobar, nesse momento  “ignoro” ele e me dedico sua esposa que me olhava com olhos gulosos, como quem diz: quero essa piroca em mim!  Mal inicio a massagem, o marido pede para eu enfiar a rola nela. Não era o que eu queria naquele momento, ainda tinha muita coisa a ser explorado, mas pelo grau de nervosismo dele, achei melhor nem questioná-lo. Encapei o Lilico e deixei  que ela o colocasse dentro da sua boceta. Quando o clima estava querendo esquentar, o marido “joga água fria”: Alan,  pode esperar lá fora? Quero conversar com ela. Olho nos olhos dele e volto para meu “castigo”. Tempo depois  ele abre a porta, vem em  minha direção, pede desculpas  e acerta o restante e mais uma pouco do acordo que fiz com sua esposa. Digo para não se preocupar, que ele não era o primeiro cliente a puxar o freio de mão mental. Volto para a suíte para me  vestir.  A mulher na cama já vestida e nitidamente decepcionada. Saímos do motel em direção ao hotel. Volto para o quarto para dormir. Na manhã seguinte tomo um bom café e  regresso para  Salvador. Aos poucos  posso ajudar ele a lidar com as próprias emoções, pelo visto quer isso. Porque uma semana depois me chamou novamente. Agora é aguardar e ajudar ele. 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

"Baby,nossa relação acaba-se assim,como um caramelo que chegasse ao fim na boca vermelha de uma dama louca [Zé Ramalho-Garoto de aluguel"


                                                No inicio desse meu trabalho, apenas 5% dos meus atendimentos eram dedicados a pessoa do sexo feminino. Hoje esse número vem aumentando a cada mês. A maioria delas reclamam da falta de atenção do marido. Não é só a falta de sexo. Falta de diálogo. Não querer saber como foi seu dia. Se resolveu suas pendências na rua. Se foi produtiva na empresa, etc. Tem muito marido quando chega do trabalho mal cumprimenta a esposa, tira a roupa, toma banho, janta e vai dormir. Enquanto a mesma toda perfumada à espera de um olhar guloso querendo desnuda-la. Pra piorar a situação final de semana sai para jantar no mesmo lugar. Isso de fato é broxante! Ontem passei manhã toda com uma cliente [Arquiteta] fomos para o melhor motel da cidade. Além da boa química, ótimo sexo e bom papo. houve troca de experiências, eu na música e ela na arquitetura. Assim como eu, ela é bem humorada--Não posso dar mais detalhes dela senão o "bicho pega",rs. Confidenciou-me que está desanimada no casamento e que o sexo não é ruim, mas a falta de atenção estar pesando para o lado negativo. Eu complemento: Geralmente elas continuam casadas. Talvez por questão de status, rótulo ou padrão familiar. Mas sempre procura algo que lhe preencha. Geralmente quem preenche essa lacuna é o amante que sai para almoçar em lugares diferentes, atento nas coisas que a mulher fala, o sexo quase sempre feito de maneira divertida e surpreendente. Qual a mulher que não gosta disso? Se você é casado ou tem algum compromisso afetivo, se liga! Além de fazer sua cama quebrar com vontade dê atenção sua mulher. Senão ela pode procurar e achar, rs.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Semana de casal. Semana passada foi à semana em que atendi maior número de casais. Geralmente são pessoas bem resolvidas com suas fantasias, fetiches e conceito de vida. Dos casais que atendi, dois me deram condições para fazer uma síntese do que rolou na suíte do motel. Não que os outros clientes não tenham sido interessantes, mas para eu postar algo aqui no blog o atendimento tem que ser um tanto quanto atípico


Sexta feira, dia 22. Casal colorido: Um homem de voz meia rouca me ligou no inicio da noite para um atendimento  às 21h, em um motel da orla. Sou meio britânico em questão de horário, na hora marcada estava lá. Recepcionado por um homem alto, bonito, corpo delgado e com algumas tatuagens na pele, me convidou para entrar e imediatamente me apresentou sua esposa que se encontrava sentada na cama com um lindo sorriso e carisma aflorada. A bela mulher ia na mesma vibe do marido: corpo malhado, cheirosa, bem humorada e também com algumas tatuagens na pele de cor clara, porém bronzeada do sol. O quarto estava com ar condicionado ligado na temperatura de 18c, e o cheiro de maconha exalava por todo o ambiente. Em relação às drogas, não tô nem aí. Cada um curte o que gosta. Como de praxe fui tomar banho e deixei o casal a terminar o baseado. Quando saí do banheiro, eles já estavam se beijando e viajando nas suas mais eloquentes fantasias. Usando uma minúscula calcinha de cor preta e com a bunda virada em minha direção, não perdi tempo e fui nessa viajem. Colocando seus cabelos negros para frente comecei beijando sua nuca, o corpo dela logo se arrepiou expressando um sinal de excitação, dando-me a certeza que o lance  seria bom. Peguei a camisinha que estava dentro da minha cueca, mas o marido pegou da minha mão e se encarregar de colocar no meu pau. Imediatamente penso que essa atitude não era a preocupação dele em eu colocar o preservativo de maneira errada, mesmo porque sou profissional. E sim a vontade pegar no meu pau.  Lilico encapado vamos lá! Tirei a calcinha da gata e gosto do que vejo: Buceta média, carnuda com grandes lábios. Com uma vontade incessante meti a língua na Lilica. Chupei até ela apertar com força o braço do marido e pedir pica. Novamente ele pega no meu pau e enfia na buceta da tesuda que já estava deitada de frente para mim. Socando fundo e olhando nos olhos vermelhos dela, vermelhos por causa do verde da natureza. Puxou minha cabeça e me beijou a boca.  Aos gritos ela descarregou seu prazer no meu pau. O marido se masturbou e via toda a cena. Ao lado da cama em cima de um batente, um gel [ky] que nitidamente já havia sido usado talvez em outra ocasião. Peguei e fui pra trás do marido dela. Ele se “espantou" e perguntou o que  eu iria fazer.  Eu disse para ficar tranquilo e permanecer na posição: Joelhos na cama e quadris arqueados. Coloquei uma quantidade razoável de gel no brioco dele e percebi que não era a sua primeira, nem segunda e quiçá terceira vez que seu “cuzinho” seria usado. A mulher dele ainda de pernas bambas levantou da cama e abriu o cu do marido para eu meter. Empurrando bem devagar fiz o brother parar de falar e ter seu prazer consumado.

Casal: É da raça, é da cor:
Sábado, dia 23, por volta das 22h. Me ligou um rapaz de voz suave querendo realizar ménage envolvendo sua noiva. Marcou comigo num motel que fica na avenida Pinto de Aguiar. Para quem não é de Salvador ou não conhece essa avenida, ela faz ligação entre a AV Paralela e a Orla Marítima. Chegando ao motel e já na garagem da suíte, um negro bonito, alto, corpo atlético, cheiroso, desinibido e aparentando 25 anos de idade. Se alegra com a minha chegada e explica que é a primeira vez deles, mas que conversou com a noiva e que  havia topado na boa. Vamos lá, ela está na parte de cima, vou ficar no banheiro olhando e depois participo, disse ele. Subi as escadas logo depois dele e dei de cara com uma negra linda e gostosa usando um vestido de cor amarela colado no corpo. De estatura mediana usava salto alto e um olhar libidinoso. O noivo foi direto para o banheiro e ficou olhando pela porta de vidro a gente sentado no ponta da cama conversando para entrar no clima. Entre um assunto e outro tirei os sapatos dela. Ainda sentada na cama estendi a mão para ela se levantar encostei-me na parede, beijei seu pescoço e levei minha mão direita em direção ao  sexo dela. Sua respiração aumentou. Desci minha boca até sua parte íntima, chupei lentamente e percebi sua excitação na ponta da minha língua.  Levei para cama e continuei beijando seu clitóris, levantei seu vestido até na altura dos seios. O noivo saiu do “camarote” e foi participar como havia dito. Dois leões encima de uma pantera, pois não é que ela deu conta!! Depois de socar aquela buceta por um bom tempo resolvemos fazer dupla penetração. E ela ali, proativa! Deitei-me na cama, ela por cima de mim eu com as duas mãos abri aquele rabo gostoso, coloquei saliva no cuzinho para o noivo meter a rola grande. Ela gemeu, mas não de dor. Pois pedia para socar. Eu embaixo metendo e o negão em cima socando o cu. Um tesão da porra! Segurei o máximo que pude para não gozar, até o momento em que ela sussurrou forte e gemeu alto. Aí meu “rei”, o jeito foi deixar jorrar o leitinho. O cara continuou metendo e eu saí de baixo para relaxar um pouco, tomei banho quente e voltei para o combate.  Logo o Lilico ficou pronto para o segundo raud, pois também gosto de ver os outros transando. Coloquei a camisinha e fui para cima. O noivo que estava dessa vez de ladinho saio para eu foder. Peguei firme e ela gozou. Relaxei um pouco na cama, bebi água, tomei outra  ducha, recebi o cachê  discretamente e cai fora.      

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Estilo Neymar

A noite ontem foi massa! Cliente já antiga me perguntou  como  eu  gostaria que ela raspasse a boceta para eu fodê-la. Eu disse que há tempos não fodia boceta cabeludinha, não necessariamente "estilo, Claudia Ohana ”, pelo menos na playboy de 1985, que  mais parecia  a floresta da Amazônia do que boceta. 
 Minha cliente riu e disse que  não estava a esse ponto, mas que  ia me surpreender! Chegando ao seu apê, a gente se abraçou, sentamos no sofá ela contando as resenhas da semana, disse que assistiu entrevista minha no programa Tabu Brasil, na National Geographic Channel.
 Abriu  um  vinho do porto e trouxe como petisco bolinhos de bacalhau. Entre uma conversa e outra, meu pau já ficando duro imaginando minha boca chupando aquela boceta. Ela me chamou para quarto. Cama  bem  forrada com lençóis e travesseiros brancos, clima gostoso para uma foda  gostosa. Ela foi no banheiro e pediu para eu esperar na cama que voltaria em breve com a surpresa. Fiquei bebendo vinho  a espera dela, que não demorou muito para aparecer despida na minha frente com a boceta raspada estilo moicano- Neymar. Putz!  Cocei  a cabeça, franzi o cenho e disse: Logo Neymar, o cara é feio pra cacete,rs.  Boceta também é feia, disse ela. Mas é gostosa, já Neymar... Voltou no banheiro trouxe um barbeador, creme de barbear  e pediu para eu raspar a boceta do meu jeito. Peguei  uma toalha no guarda roupas, coloquei ela  deitada na cama de pernas abertas e fui raspando... deixei só uns  cabelinhos na parte de cima, depois joguei vinho no grelinho e  chupei com vontade voraz. Fiquei chapado bebendo vinho de boceta. Depois de um bom tempo ela pediu para eu ficar deitado e esfregou a tcheca na minha cara. Encampei o  Lilico, coloquei de "4" e meti com força a pedido. Fui socando a boceta e batendo na bunda até ficar bem vermelha e ardente do jeito que ela gosta e goza. No criado mudo ao lado da cama peguei vaselina e passei no cuzinho. Meti a piroca naquele rabo enquanto ela se masturbava  e gozava  aos gritos. Depois de um bom tempo socando aquele cu, tirei a camisinha e esporrei  no rosto dela. Ficamos deitados  na cama desfrutando o bom do prazer. A foda com essa cliente é sempre boa e diferente, o que faz  ela ser uma cliente de prime.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

"Cu de mel"

 

 
 Hoje o dia termina assim: Segundo cliente  foi um rapaz querendo realizar uma fantasia, Digamos, “hum tanto quando doce”. Invés de usar lubrificante eu usaria mel e na hora na putaria o chamasse de cuzinho de mel ou cuzinho doce. Logicamente que ri muito, mas achei interessante essa fantasia. Já chupei boceta lambuzada de mel, mas comer cuzinho de mel seria a primeira vez. Desloquei-me então para o motel depois de confirmar a suíte que ele estava. Ao chegar à recepção peço para Interfonar pro "abelhinha", autoriza minha entrada. Lá vai eu para realizar mais uma fantasia alheia. Mal entro na suíte, o abelhinha paga meu cachê. Não costumo cobrar adiantado, acho que isso inibe o cliente, mas também não vejo mal nenhum em receber adiantado. O abelhinha se empolga com meu peito pede para eu tirar a camisa e fica mamando como se fosse um bezerro. Abre o eclair da minha calça, coloca meu lilico para fora e com a mão cheia de melzinhos [sachê] aqueles que vende em farmácia. Fura com os dentes, derrama na minha piroca e chupa com vontade incessante. Tiro os sapatos, calça, sunga e bato com a piroca cheia de mel na cara dele. Gosta e pede mais. Vou para o centro da cama fico sentado de frente para o abelhinha, ele derrama mais mel no lilico e volta a chupar. Peço para pegar os preservativos no bolso traseiro da minha calça que estava no chão. Quase que automaticamente ele pega e coloca com  rapidez no meu pau. Enche o cuzinho de mel e senta rebolando como se fosse dançarina de funk. Com o cu todo enterrado no meu pau pede para eu  socar com força. Não ignoro seu desejo coloco de ladinho e soco por uns dez minutos. Depois ele fica de "4",coloca mais mel no cuzinho, que a essa altura já não era mais cuzinho. Pede para eu socar e bater na sua bunda e chama-lo de cuzinho de mel. Foi o que fiz. Uns quinze minutos socando, ele goza aos gritos. Não sei se na cama tinha mais mel ou esperma dele. Vou para o banheiro tomo uma boa ducha, me visto, arrumo o cabelo, bebo  água e  digo que vou embora. Ele me agradece e caio fora.  

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Cadeirante


Ontem à tarde meu primeiro cliente do dia foi um cadeirante. Ele me ligou três horas antes de vir para meu apê, perguntou se eu atendia pessoas na cadeira de rodas. “Respondi perguntando”, o que te faz pensar não ser atendido por mim? Seilá você pode ter pré-conceito, disse ele. Pré-conceito todos nós temos por alguma coisa. Mas não nesse caso, respondi. Combinamos o cachê, e perguntei como faria para  vir até a mim, já que o mesmo morava do outro lado da cidade. Meu motorista me levar, disse ele. Aqui no meu prédio só pode um carro por apartamento na garagem vou retirar o meu, para você entrar com o seu pra facilitar a sua aproximação até o elevador, disse eu a ele. Algum tempo depois me ligou dizendo que já estava na frente do prédio. Desci até a garagem para ajudá-lo. Um rapaz [motorista]estava tirando a cadeira do porta malas, enquanto o senhor bem simpático, todo perfumado e sorridente se preparava para sentar. Fui dar uma forcinha e rumo ao meu apê. Isso o motorista foi também. Ficamos no sofá conversando sobre assuntos variados...Bebeu uma aguinha e depois  confidenciou-me que a causa de sua situação do seu estado cadeirante foi causada por tiros que levou quando exercia seu trabalho na policia civil, há quinze anos atrás. Sem querer entrar em detalhes me perguntou se podia ir para o quarto, respondi que sim e, conduzi para minha cama enquanto seu motorista continuava no sofá assistindo televisão. Tirei  ele da cadeira e o coloquei sentado na cama de costas para cabeceira. Como de praxe eu disse que ia tomar banho e deixei o som ligado no volume regular. Ao sair do banheiro fui para perto dele, que imediatamente colocou a mão no meu “pau” e foi massageando até ficar duro! Correspondi passando a língua no seu peito. Pediu para eu ficar de pé na cama, aplicou um boquete, abaixou seu short e ficou se masturbando. Depois de algum tempo chupando minha rola, pediu para eu gozar no seu rosto. Larguei o mingau de tapioca. Quase que simultaneamente ele gozou também. Peguei uma toalha de rosto e dei para ele se limpar. Ainda na cama ficamos conversando um pouquinho e depois chamou seu motorista para me ajudar a colocá-lo na cadeira, o motorista pagou o combinado, fomos para a garagem, colocamos no carro e o sorridente foi embora.  
Obs: Pelo fato desse senhor ser solteiro e desprendido de pré-conceito, não se importou eu colocar no blog a parte onde escrevo que ele trabalhava há quinze anos atrás na Policia Civil. 

    

sábado, 20 de abril de 2013

Atendendo pedido



Parece brincadeira, mas foi sério!Já até tinha me vestido como Sérgio Mallandro,para atender uma cliente. Foi muito hilário...Cheguei no motel zuando tudo: Rá,rá,rá minha Tetéia! Hoje trouxe uns brinquedinhos para gente usar, meu glu,glu.---Que brinquedinhos  são esses "Sérgio"?---Eh pegadinha do Mallandro! E assim foi...Hoje uma cliente pediu para eu atendê-la fantasiado de Marinheiro. Fui vestido dentro do carro mesmo passando pela orla, imagina se eu fosse parado por uma blitz? Tive que fazer um striper para ela. Não sei dançar muito bem, mas deu para aquela reboladinha sensual. Depois o Marinheiro foi fundo...



terça-feira, 2 de outubro de 2012

"Só tenho 15 minutos"

Ontem recebi ligação de um cliente dizendo que estava no Shopping com sua esposa e que a mesma estava comprando presente para sua amiga que estava aniversariando. Esse cara já havia me ligado há uma semana querendo informações do meu privê, já ciente que meu espaço fica praticamente ao lado desse "tal" Shopping, então deixou sua companheira na loja de calçados e disse que ia fazer um lanche,---na verdade ele que seria o lanche,kkkkk...me pediu pra que eu ficasse já de pau duro, pois só tinha 15 minutos para encontrar comigo, teria que ser uma rapidinha mesmo,rss...Passei o número do meu apê deixei avisado na portaria que um amigo ia chegar e era para deixá-lo subir. Sentado no sofá estava eu preparando meu Lilico deixar no ponto de "bala",pronto para o que der e vier. Campainha tocou abro aporta já despido. O camarada entra eu o conduzo para a toca do gato [suíte] sem perder tempo ele abocanha meu pau e chupa  de forma voraz, uma vontade quase incontrolável! Cinco minutos depois abaixa a calça, vira de costas e fica na posição que “Napoleão perdeu a guerra”. Encapo o Lilico, passo KY no fiofó dele e o Lilico entra em ação...Mais cinco minutos ele goza. Levanta a calça, paga meu cachê. Ainda no estado de euforia se despede e cai fora.
Em quinze minutos, você sai do Shopping Barra vai até meu privê, goza e volta para o Shopping.
E você,o  que faria em 15 minutos?
 

terça-feira, 24 de julho de 2012

"O risco que se corre ao realizar fantasia forçada"

Estava eu ontem correndo na orla, como de costume, quando meu celular tocou. --É Alan? -- sim, ele mesmo. --Alan, é "Gabriel" vi seu anúncio no jornal você atende casal? --atendo com maior prazer --estamos hospedados no hotel " Y " somos de Pelotas-RS, queremos um atendimento. Quanto tenho que te pagar e se estaria disponível  às 21hs? --estarei sim, o cachê é trezentos reais, mas diga na recepção que um sobrinho seu vai entregar documentos, para não ter dificuldade na subida até o quarto, ok? --ok.  Depois da corrida fui para casa tomar banho e preparar meu " kit Lilico": é uma pasta que nem a do James Bond. Sendo que a minha ao em vez de revolver e caneta explosiva,  têm óleo, creme para massagem, vibradores, preservativos de vários aromas, gel [ky] gel térmico comestível e outras coisitas.  Já na recepção com um envelope na mão pedi para interfonar para meu "Tio", autorização concebida. Fui para o quarto do casal. Ao abrir a porta percebi que o cara estava meio ansioso, meio é apelido. Estava completamente ansioso falando comigo e segurando na rola.-- Entra Alan, fique à vontade. Sentada na cama de camisola branca e com travesseiro nas pernas encontrava-se a mulher dele. E que mulher,diga-se de passagem! devia ter 37 anos, Perfil: loira, olhos claros, rosto bonito,cabelos médios, seios pontudos,"zero"de barriga e usava um perfume frances [Amarrige],que exalava todo o quarto. Fui cumprimenta-la com beijo na mão.  O cara todo contente, mas notei que ela apertava uma mão na outra. Perguntei se estava tudo bem, ela ficou quieta. O marido respondeu dizendo que sim. Entendi o nervosismo dela e falei pra ficar tranquila que é assim mesmo esse nervosismo, mas que logo ia passar depois de uma boa massagem...
...ela olhou para o marido e disse que não havia necessidade disso. --Mas meu amor, eu quero. Disse o cara com a mão ainda por dentro do short. Mas eu não quero. Disse ela olhando séria para ele. Opá,então deixaremos para outra oportunidade, disse eu olhando simultaneamente para os dois. Não Alan, espera um pouco... de tanto ele insistir, ela disse: tá bom vou fazer, mas não porque eu quero, e sim para evitar brigas com você e para eu dormir na paz. Pedi um minuto fui ao banheiro voltei de toalha enrolada na cintura e com óleo de massagem na mão. Pedi para ela deitar de costas para eu aplicar a massagem relaxante. O marido abriu um sorriso parecendo o do coringa; de “orelha a orelha”.Com delicadeza tirei a camisola deixando-a só de calcinha. Iniciei pelos pés, subindo na panturrilha, uma perna, depois a outra, pulei a parte da bunda e fui nas costas, depois na parte do trapézio para desbloquear os nódulos de tensão. Isso o cara fazendo sinal com a mão para eu tirar logo a calcinha, fiz sinal pra esperar. Alguns minutos depois já confiante de que ela estava totalmente com o corpo relaxando pedi para virar de frente. Meu lilico já querendo entrar em ação. Dessa vez massageei de cima para baixo: ombro, seios, barriguinha, coxa e virilha deixei a mão escorregar encima da calcinha, como se fosse sem quer. Olhava para ela, e a mesma de olhos fechados e respiração ofegante... coloquei o dedo indicador da mão direita por dentro da calcinha totalmente molhada, comecei a massagear o clitóris. Nesse momento o cara puxou a cadeira e sentou já despido. A mulher dele abriu os olhos olhou penetrantemente para os meus e disse: chupe com vontade! O marido dela levantou e  foi pra cama já querendo colocar a rola na boca dela.---cara afobado da porra! Não! disse ela, você vai ficar só olhando, não foi isso que você me disse antes de comprar o jornal, agora aguenta. O cara olhou para mim, eu levantei a sobrancelha e meti a língua naquela buceta aparadinha, carnuda, cheirosa e rosinha. [AÍ COMO SOU BANDIDO!] Cada movimento da minha língua naquele clitóris era um gemido dela. Depois de um bom tempo com a fuça toda enfiada nela peguei o preservativo encapei  o lilico, coloquei o travesseiro embaixo da bunda dela e penetrei lentamente. O cara que ficava só olhando, não aguentou e colocou a rola na boca dela. Ela o empurrou e advertiu mais uma vez. Soquei com força apedido dela. O cara pediu para parar. Ignorei ele. Foi nessa hora que ele disse: pare Alan, está machucando ela! --Ta não,amor to gozando,disse a deusa grega. Essa mulher gozou pra cacete melou minha rola toda,e eu continuando no movimento metendo com gosto mesmo! O cara pediu mais uma vez para terminar puxei meu freio de mão mental. olhei para ele balancei a cabeça e sai de cima dela. Essa mulher olhou para mim e disse: agora você vai gozar também. Tirou a camizinha do meu pau e deu uma bela chupada, até eu gozar na boca dela. Depois cuspiu no chão. O cara ficou sem ação e surpreso pela atitude da esposa. Depois do meu gozo deitei na cama para relaxar, pois também sou filho de Deus. kkkkk, tomei um banho, vesti a roupa, recebi a grana, peguei a minha pasta "0069", me
despedi e caí fora.
Esse é o risco que corre: a mulher pode gostar e não ter mais freio. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

 
Final de semana com um casal,depois ter recebido um presentinho, que até agora meu sorriso ta de "orelha a orelha"



sexta-feira, 16 de março de 2012

Me preparando para atender um casal de Brasília que está aqui em Salvador




Muitos repudiam essa minha atividade, acho justo. Muitos criticam, acho justo. Algumas pessoas viram a fuça para o lado quando me vêem, acho justo. Também acho justo quem concorda comigo que pessoas que fazem sexo para não perder emprego, também se prostitue. Engravida e depois se separa para receber uma gorda pensão, também se prostitue. Têm pessoas que se prostituem com seu companheiro[a] há mais de anos. Exemplo disso são aquelas que dividem o mesmo teto sem amor, mas sim pela condição financeira que o outro oferece. Todo ato sexual que  não tem interesse afetivo é prostituição. Enfim, eu pelo menos não me escondo atrás de película e nem fico com alguém para me bancar, tenho capacidade o suficiente para ganhar minha grana sem precisar me prostituir duas vezes, uma só já basta [riso] Obs: Não aconselho ninguém a fazer o que eu faço, pago caro por isso. Abro mão de muita coisa por isso. Tenho amizades  restritas por isso. Mas como tenho objetivos com isso, por isso que abro mão de algumas coisas. Acho bem legal quando se tem cumplicidade entre casal. Ta afim de fazer sexo  atrês,faça mesmo. Não está se prejudicando e nem prejudicando alguém, faça. Tem condições física e mental para realizar fantasias, então vai fundo. A frustração leva a morte interna. E é a pior morte que existe: A morte da vontade! Acabei de tomar meu banho passei hidratante e perfume no corpo ,meu Lilico já está pronto para o que der e vier. Então vou lá fazer mais um casal feliz e que esse atendimento traga texto interessante para eu colocar no blog


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ENTREVISTA, 19/12/2011 PARA O PORTALAXEZEIRO

Alan Souza
Do Rio de Janeiro para Salvador e do trabalho como caseiro para o mundo do sexo. Com uma história de vida marcada por difíceis acontecimentos, como a perda da mãe, que faleceu vítima de câncer, o atualmente profissional do sexo Alan Souza lançou um livro onde conta suas experiências. Em entrevista exclusiva para o Portal Axezeiro, ele fala um pouco sobre vida e trabalho.

Portal Axezeiro: Quem é Alan Souza?

Alan Souza: Alan Souza é uma pessoa audaciosa, sonhadora, realizadora e humana. Leva para seus clientes a certeza de ótimo serviço prestado: prazer, descontração, discrição e absoluto sigilo.

PA: Por que você começou a fazer programa?

AS: As circunstancias do meu trabalho como caseiro numa casa de massagem no Rio Vermelho me levou a trabalhar como prestador de serviço sexual. Foi onde tudo começou.

PA: Todos que trabalham como caseiro nessas casas acabam migrando para o serviço sexual?

AS: Não. Eu fui uma exceção.

PA: Mas o que te levou a isso? A oportunidade de ganhar mais? Assédio dos clientes?

AS: Sim. A oportunidade de aumentar meu salário, que era de cinquenta reais por semana como caseiro, bem diferente do que eu recebo como acompanhante.

PA: E a quanto tempo trabalha com isso?

AS: Comecei em 2007, mas tive intervalos. Trabalhei em outras áreas, como motorista particular,  vidraçaria, etc..

PA: Do trabalho como prestador de serviço sexual surgiu seu primeiro livro “Mentiras e Farsas”. De onde veio a idéia?

AS: A minha vida já dava um livro desde quando eu morava no Rio de Janeiro, depois que minha mãe faleceu de câncer em 2009. Resolvi escrever esse livro para fazer um boa parte da sociedade enfrentar suas próprias mazelas, referente à prostituição.

PA: E está conseguindo chegar ao objetivo?

AS: Estou conseguindo fazer muitas pessoas lerem o livro, mas a luta ainda é árdua, pois o preconceito ainda impera no nosso pais.

PA: Você chegou a visitar algumas feiras direcionadas à leitura. Qual foi a reação das pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer seu livro?

AS: Visitei, mas não participei ativamente, pois o preço dos stands era muito substancial. Não vi a oportunidade naquele momento de colocar meus livros para vender. Eu os vendo através da internet, onde o custo é quase nada e o resultado é alegre.

PA: Você chegou a ir até o Rio e apresentou o livro a Jô Soares. Qual foi a reação dele?

AS: Fui no dia 18 de novembro, quando aconteceu a noite de autógrafo dele. Ele recebeu cariosamente a matéria que fiz para um jornal impresso aqui de Salvador e o livro. Perguntou se foi eu mesmo que escrevi. Disse que sim, ele falou que ia ler e... Bem, vamos aguardar.

PA: Qual o seu próximo passo?

AS: Fazer essa obra ganhar dimensão e as telinhas do cinema.

PA: Algo no estilo Bruna Surfistinha? Ela é uma inspiração?

AS: Raquel Pacheco teve a história dela como Bruna, eu estou tendo a minha como Alan Souza. Ela não é minha inspiração, a vida sim.  Mas Bruna é audaciosa, revolucionou a maneira do "profissional" do sexo trabalhar criando um blog, assim o cliente sabe o que vai encontrar.

PA: É verdade que parte do valor obtido com a venda de seu livro é doada?

AS: Serão sim, para hospitais do câncer. Um deles é o Aristides Maltez. É uma forma de homenagear minha mãe.

PA: O que você gostaria que as pessoas soubessem sobre os profissionais do sexo?

AS: Gostaria que as pessoas, principalmente as que se dizem conservadoras, não olhassem para nós [gp] como se fossemos marginais.
Por Robson Cobain

domingo, 4 de dezembro de 2011

Coisa que acontece no meu trabalho

Ontem por volta das 19:00, um cara me ligou de um motel perguntando se eu podia atender sua namorada, seria a pimeira vez que eles contravam serviço de garoto de programa - “Só para atender ela, não curto homem!” advertiu o cara em alto e bom tom.
Falei o cachê. Sem questionar ele me passou o número do quarto e o nome do motel.
Tudo acertado. Me preparei: hidratante e perfume no corpo, um recipiente pequeno com creme para massagem e lógico o que não pode faltar “os preservativos”. Lá vai eu para mais uma missão.
Peguei o carro e me "piquei" paro motel. Na recepção o rapaz interfonou para suite, autorização concebida, subi as escadas e fui em direção ao quarto 216, dei um toque sutil na campainha o cliente abriu a porta e estendeu a mão para me cumprimentar. Aparentando uns 48 anos de idade, alto corpo delgado, cabelo curto e liso. No sofá sentada de pernas cruzadas encontrava-se  sua mulher, que não tinha mais de vinte anos de idade. Morena alta, calça colada no corpo definido, bumbum empinadinho, seios médios e firmes e boca carnuda. Todas as luzes acesas, inclusive a do banheiro, então tudo estava as claras, rs. Ela me elogiou, eu retribui. O marido dela me ofereceu uísque. Aceitei uma água. Ficamos conversando no sofá para nos entrozarmos e o lance acontecer de forma espontânea. Alguns minutos depois como de costume, disse que ia tomar banho. Enrolado na toalha sai eu do banheiro com creme na mão, ofereci uma massagem a ela. Isso ele ja em pé com o copo de uísque na mão direita e a esquerda no bolso da calça. A gata olhou para ele como quem quisesse perguntar se podia, ele entendeu o olhar dela e falou para mim: “- Alan, como te disse, é a primeira vez da gente....” ela o interrompeu dizendo que se ele não quisesse, não tinha problema. Depois de uma golada na bebida, o marido disse para eu ficar à vontade com ela e que ia ficar só olhando.
Com delicadeza e terceiras intenções tirei os sapatos dela e depois a calça. Usando uma minúscula calcinha cor da pele,a morena logo me deixou excitado. Pedi para ela ficar de costas para eu dar início a massagem japonesa. Iniciei pelos pés,lentamente fui subindo, passando pela coxa e massageando com mais dedicação a virilha. Nessa parte olhei para trás e com a mão faço um gesto para o cara, dando a entender  se eu podia penetrar nela.O cara sentou novamente no sofá balançou a cabeça positivamente,mas não me convenceu a sua afirmativa. Fiquei cismado.
com a mão cheia de dedos por cima da calcinha  massageava o clítoris, a gata rebolava, gemia e, meu pau duro como uma rocha. Coloquei a mão esquerda por baixo da bunda e levantei aquele rabo lindo e cheiroso. Com o polegar coloco a calcinha de lado e fui passando a língua lentamente mas de maneira intensa no clitóris volumoso. O cara levantou do sofá  foi mais para perto da gente e fez sinal para continuar.
Virei ela de barriguinha para cima, tirei a calcinha, encapei o “lilico” e pentrei com devagarinho... ela pegou no meu pau e empurrou mais para dentro, pedindo para eu pegá-la  com força. Ignorei o cara e fui atender o pedido da gata. Quando estávamos no maior climax, ele  pediu para eu parar; “ - Alan, chega, até ai tá bom é nossa primeira vez, tá bom até demais”. Olhei para ele e para ela e perguntei: e sua namorada vai ficar assim se contorcendo de tesão? E a gata na cama se masturbando.
-“Não, não, não, tá bom meu amigo, a gente vai ficar mais um pouco aqui. Toma sua grana, eu te chamo novamente amanhã. Olhei para ele e disse, tudo bem!
 Fui ao banheiro joguei a camisinha na lixeira, tomei outro banho. dessa vez de água fria, literalmente,rs..., me vesti peguei a chave do carro e vim para casa.
Não sei se ele terminou o que eu começei, mas sei de uma coisa: essa morena ficou pê da vida " com ele
 

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

DIA DAS CRIANÇAS, QUE MASSA!

LEMBRO-ME DA MINHA RECENTE INFÂNCIA DE QUANDO MORAVA NO MORRO DA SERRINHA,  BAIRRO DE MADUREIRA, RIO DE JANEIRO. NESTA DATA  MINHAS IRMÃS MARISA E MARLI  LEVAVAM EU E MEUS COLEGAS PARA CORRER ATRÁS DE DOCES... ISSO MESMO; CORRER!
SAÍAMOS DE MANHÃ CEDO  NAS RUAS DO BAIRRO DE MADUREIRA , VAZ LOBO, VICENTE DE CARVALHO E IRAJÁ.
 ERA MUITO BOM!  EU COM UMA JUBA HORRÍVEL, NÃO GOSTAVA DE CORTAR  CABELO,  MAGRO PRA CACETE, PERNAS FININHAS... ISSO NA ÉPOCA,  VIU! RSSSSS.
 O MAIS ENGRAÇADO ERA QUANDO  A GENTE AVISTAVA UM TUMULTO NA PORTA DE ALGUM  MORADOR,  É CERTO QUE ALI   ESTAVA DANDO DOCE.
MINHAS IRMÂS  MANDAVAM A GENTE CORRER: "CORRE...CORRE...",  E ELAS TAMBÉM CORRIAM.
EU ENTRAVA NA FILA JUNTO COM OS COLEGAS PARA RECEBER UM SAQUINHO DE DOCES... SAQUINHO NO BOM SENTIDO, RSSSS
QUANDO RECEBIA  VOLTAVA PARO O FINAL DA FILA. QUNDO CHEGAVA A MINHA VEZ, A PESSOA QUE ESTAVA DISTRIBUINDO  DOCES  PEDIA PARA EU SAIR.
--- OH MENINO, VOCÊ  JÁ RECEBEU.
--- OH  TIA, EU NÃO.
-----MAS MENINO, VOCÊ COM ESSE CABELO NÃO ME  ENGANA.
ERA  MUITO ENGRAÇADO, ERA MUITO GOSTOSO CORRRER  NAS RUAS  ATRÁS DE DOCES, MAIS GOSTOSO AINDA  ERA VOLTAR PARA CASA COM A MOCHILA CHEIA  DE SAQUINHOS.
EU, MINHAS IRMÃS E MEU QUERIDO IRMÂO MERCELO, [ FALECIDO NUM ACIDENTE  DE MOTO EM “97”], COMIA DOCE O MÊS INTEIRO E NO FINAL MINHA QUERIDISSIMA MÂE, TAMBÉM JÁ FALECIDA EM 2009 DE CÂNCER , DAVA REMÉDIO DE VERME [ASCARIDIL] PRA TODO MUNDO.

SER CRIANÇA É TER INFÂNCIA. SER ADULTO É SER CRIANÇA
QUEM NUNCA FOI CRIANÇA, CERTAMENTE NÃO “SERÁ” ADULTO

  
                           

terça-feira, 11 de outubro de 2011

QUEM É ALAN SOUZA?

Minha foto
Alan Souza é uma pessoa  audaciosa, sonhadora, realizadora e humana, como muitos garotos (as) de programa.  Leva  para seus clientes a certeza de ótimo serviço prestado: prazer, descontração, discrição e absoluto sigilo. Entendendo que todos nós  precisamos de válvula de escape para relaxar o corpo e deixar a mente em condição  para encarar a vida com mais leveza.  Muito cliente me contrata não só para fins  sexuais,  mas também para dançar,  jantar, viajar,  desabafar situações acontecidas no trabalho, em casa , etc...
Fico feliz em ver que o cliente  foi correspondido à altura,  deixo o local na certeza que a missão foi cumprida .

ESPADA JUSTICEIRA,  DÊ-ME A VISÃO ALÉM DO ALCANCE!

Ontem  saí com um cliente casado. Ele nunca tinha transado  com outro homem, disse que sempre teve vontade, mas nunca teve coragem, e que na adolescência  ficava excitado vendo o amigo tomando banho de piscina na casa da sua tia.
Eu disse que isso era a coisa mais normal do mundo; uma pessoa ficar curiosa, excitada por  outra pessoa do mesmo sexo, tem muita mulher com   tesão pela  amiga e fica em off, carregando consigo essa vontade de transar . 
O cara bebeu duas  doses de whysky e deitou na cama. Iniciei uma massagem nas costas  dele pra relaxar, encapei o lilico e enfiei  no “olho de tandera”.
Bateu  e voltou!  
O “olho de tandera” do cara estava realmente fechado, era notável que ele nunca tinha dado seu furiquinho, as preguinhas todas no  devido lugar, esse dava até pra fazer o teste da farinha de trigo.   Por mais creme que colocasse, foi difícil   penetrar meu lilico,  aliás; só entrou a metade da cabeça.
Ele ficou se  masturbando até gozar, disse que vai marcar comigo semana que vem, ou seja, mais uma vez terei  uma missão pra executar: tirar a virgindade do cuzinho de alguém.

Ai, como sou bandido!